Fui surpreendido esta semana (quinta-feira (5/4), com duas notícias: uma postada no watsap, pelo Jussiê Nogueira, presidente do Porto club, e outra do enxugamento (ou seria desmonte) da máquina administrativa do Estado de Rondônia. Ah, e a prisão de Lula. Essa, não. Já se sabia que ela seria decretada. Só estavam aguardando a votação dos ministros do STF.
Deixando de lado as votações dos Ministros do Supremo Tribunal, vamos à surpresa anunciada pelo Nogueira de que Porto Club vai cair fora das competições oficiais se não aparecer quem invista em seus projeto.
Mas, deixando o cenário político de lado para falar do futebol, Jussiê Nogueira, presidente do Porto Club, está jogando a toalha. Ou encerra as atividades temporariamente (até aparecer dinheiro para tocar os projetos ou sonhos) ou “vende o club”, disse ele em mensagem no watsap.
Nogueira é uma pessoa daquelas que não assumem compromisso que não pode honrar. Por isso ele joga aberto. É difícil fazer futebol no Brasil. Mais ainda em Porto Velho. Mais até que em algumas cidades do Estado.
Agora é aguardar que apareçam pessoas que queiram apostar nos projetos do Porto Club, uma agremiação que nasceu com um DNA da simpatia do público. Por suas cores. Pelos títulos que já conquistou em tão pouco tempo (em que pese terem sido em torneios relâmpagos).
Torcemos para que Jussiê Nogueira volta a escrever no Watsap para anunciar que o Porto Club vai continuar sua seguindo em frente e não que vai hibernar por um tempo, sabe-se lá quanto.

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