Por Bosco Gouveia
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O Genus precisa de um goleiro experiente
como Rocha (foto: Diário da Amazônia)
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Na partida de estreia no campeonato, o Genus contava com
poucos jogadores liberados, ou seja, inscritos, legalizados para a disputa da
competição. E foi a campo com uma preocupação: o goleiro. Por ser ainda muito
jovem, o responsável por fechar a meta do representante da Capital na partida
contra o VEC, por mais que alguns o tenham como um “excelente goleiro”, eu
prefiro dizer que se trata de uma promessa. E desejo que o garoto consiga se
tornar um grande profissional.
Porém, na “fogueira” em que aceitou entrar, até que se
esforçou, mas não passou, claro, a necessária confiança para a zaga e menos
ainda para alguns experientes cronistas esportivos que fazem a cobertura do
Genus e também a mim, em particular. Sou da opinião de que pode ser precoce a
escalação do jovem goleiro como titular. Mas, para aquela partida o que havia
disponível para o treinador mandar a campo foi o que ele levou e escalou para
jogar.
Até conseguir um goleiro com a experiência de um Rocha (na foto),
por exemplo, vai ser o garoto que terá de ir para o gol. E tempo é tudo que precisa
o jovem goleiro que encarou vestir o uniforme e ir a campo para fechar a meta
do Genus na partida diante do Vilhena. Se empenhou em demonstrar possuir potencial.
Mas precisa, ainda, de um tempo para chegar lá.
E já que estamos falando em setor defensivo, não foi apenas
no gol que o Genus teve dificuldades para escalar jogadores no primeiro jogo.
Na zaga também. O gol que sofreu do Vilhena foi fruto de uma desatenção dos
jogadores que teriam de marcar os atacantes e simplesmente lá não estavam
quando a bola foi lançada para a pequena área. Mas, deixa isso pra lá também.
Já era.
Assim, podemos dizer,
sem receio de errar, que até então, nos confrontos do Genus neste campeonato
estadual 2015, e até que a realidade mude: ou seja, um goleiro experiente seja
contratado e escalado para jogar, a vantagem dos adversários do Genus vai ser na
meta ou “embaixo dos três paus”, como se fala no popular.

