terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Tabela não favorece times da Capital na disputa do Estadual 2012


Quais terão sido os critérios que levaram o Departamento Técnico da Federação de Futebol de Rondônia (FFER) a programar o jogo Genus x Moto Clube para a rodada de abertura do Campeonato Estadual de 2012?

Genus e Moto deveriam se enfrentar lá pela terceira rodada, pois se trata de um clássico local. Esse confronto, para Porto Velho, é como se fosse, no Rio de Janeiro, Flamengo x Vasco ou Fluminense x Botafogo abrirem o campeonato.

Os dois clubes se enfrentam, na temporada, apenas duas vezes: uma na fase de ida e outra na fase de volta. E, a menos que consigam chegar à última rodada do campeonato, no ano só vão se enfrentar duas vezes.

Para a Capital, o confronto entre Moto Clube e Genus deveria acontecer no meio do campeonato, quando o resultado do confronto pudesse influenciar na posição ocupada no campeonato, por exemplo.

Trata-se de um clássico local; é um jogo que tem rivalidade de torcidas, como por exemplo, entre Ji-Paraná e União Cacoalense; ou entre Vilhena EC e Pimentense.
São detalhes como esses que fazem a diferença numa competição. Sinceramente, Genus x Moto na rodada de abertura pode frustrar suas torcidas.

Moto ou Genus perder para um adversário do Interior é diferente de uma agremiação perder para a outra.

Enquanto Genus e Moto estão parados, Ji-Paraná se movimenta para entrar forte no campeonato em 2012

Enquanto na Capital não se ouve falar de Genus e do Moto Clube, representantes da Capital na disputa do Campeonato Estadual de Futebol, no Interior do Estado nas cidades com clube na disputa da competição estadual, o noticiário esportivo tem sido movimentado.

No Ji-Paraná , que retorna à primeira divisão do futebol estadual após conquistar o acesso (o clube detém a maior quantidade de títulos de campeão conquistado no futebol profissional rondoniense) a diretoria se mobiliza para conseguir patrocínios a ocupar os espaços definidos no uniforme papa títulos da BR.

Ao mesmo cuida dos últimos preparativos para a viagem da equipe de base que será um dos representantes do futebol rondoniense na Copa São Paulo.

A estréia do Ji-Paraná na competição será com transmissão pela TV. O jogo está marcado para o dia 5 de janeiro, às 19 horas (horário de Rondônia), no estádio Dr Francisco de Palma Travassos, em Ribeirão Preto. O adversário vai ser o Fluminense do Rio de Janeiro. A partida terá transmissão dos canais SportTV, ESPN Brasil e BandSports (informações do blog do Ji-ParanáFC)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Para dirigente o “jovem futebol profissional rondoniense tem tido avanço”


Pelo visto tem sido para o fundo do poço, pois nem competições nacionais consegue disputar, a não ser dois jogos pagos pela CBF

O ano de 2011, como acontece ano após outro, termina sempre bem para a Federação de Futebol de Rondônia. E não poderia ser diferente. O presidente Heitor Costa cumpre o calendário que estabelece; “socorre” os clubes; promove as bocas livres para os dirigentes das agremiações filiadas; e desse jeito vai comandando a entidade sem maiores dificuldades.

Em declarações para o site oficial da Federação de Futebol, o dirigente da FFER confirma que o ano esportivo de 2011 “foi tranquiiiilo”; que houve “grandes” disputas por títulos e que “isso é um avanço para o nosso futebol profissional, que apesar de ainda ser jovem, tem tudo para crescer ainda mais”.

A pergunta que se faz é: o que tem sido feito para esse futebol crescer? Acaba temporada e começa outra com os clubes cambaleando nas competições; é o maior sufoco. O futebol rondoniense tem ficado de fora das competições nacionais. Enquanto o Acre mantém-se na terceira Divisão, Rondônia, o máximo que consegue é disputar a primeira fase do mata-mata da Copa do Brasil e isso porque a CBF paga para o representante estadual jogar.

Desde que a profissionalização aconteceu, os últimos anos têm sido os piores para o futebol rondoniense. Os participantes dos campeonatos cambaleiam na competição e a única novidade tem sido os incentivos de empresários aspirantes a cargos públicos (nada contra, que fique bem claro) que oferecem prêmios de quermesse a quem conseguir por a mão na taça.

Sinceramente, é muito pouco para o futebol de um estado onde tudo é mega; onde ninguém mais anda de bicicleta ou de transporte coletivo, onde só se fala em milhões e bilhões.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Falta foco ao futebol rondoniense, a exemplo do carnaval de rua local

Em comentário ( que de início agradeço) postado pelo amigo Luis Carlos Pereira (blog Umas & Outras) sobre a reflexão que fizemos sobre oportunidade que surge com programa Nota Legal, lançado pelo governo do Estado, de ser uma alternativa para os clubes terem público nos jogos do Estadual e caixa para contratar jogadores, chamou-se a atenção duas questões:
Luis Carlos observou que o campeonato terá jogos a cada dois dias e estranha a tabela.
Considerando que ao contrário do resto do país, a competição oficial da primeira divisão em Rondônia começa quando nos demais Estados está chegando ao fim, a duração da competição, meu caro Luis Carlos, é quase a mesma.
No resto do Brasil os estaduais começam na segunda quinzena de janeiro. Aqui, na segunda quinzena de março (dia 18), sem pré-temporada, sem nada.
Embora tenha uma vaga assegurada na Série D, não há segurança de que o Estado tenha um representante na Competição Nacional.
Noutros Estados há disputa pela vaga ou vagas (como em Pernambuco, por exemplo, onde nove agremiações disputam o campeonato estadual focados numa vaga para a Série D.
A outra questão é a falta de articulação ( ou seria organização) dos dirigentes (que deixam tudo por conta da FFER).
Falta foco ao futebol rondoniense, que segue os passos do carnaval de rua local: já foi bom e hoje apenas cumpre tabela.
Falta um projeto ambicioso, como o do Rio Branco acreano: com foco e um objetivo a alcançar.
Quem sabe, uma hora dessas, aparece alguém que reescreva a história do futebol rondoniense?

Federação Carioca ignora indicação do Santos Porto Velho, mas mantém Rondônia na Copa Rio Sub-17 2012


O Santos Porto Velho foi ignorado pela organização da Copa Rio Sub-17, embora a Federação de Futebol de Rondônia tenha formalizado a sua indicação como representante do Estado.
Para a organização da competição – a federação de futebol do Rio de Janeiro – o Clube Atlético Rondoniense (que segundo o jornalista Luis Carlos Pereira /do blog Umas & Outras) “nem existe mais” ou mudou de nome: agora é Rondoniense Social Clube.
Pelo visto, a não inclusão do Santos Porto Velho pode ser resolvida com os desfazimento do equívoco ( se é que houve); ou simplesmente com uma informação aos organizadores da competição.
O que nos chama a atenção, neste caso, é a falta de articulação ou o desprestígio da franquia (se for franquia) do Peixe paulista.
Por falar no Santos Porto Velho, este blog está à disposição dos dirigentes desse clube.
Para mandar suas notícias, que teremos satisfação de divulgar: podem mandar vídeos também – de gols; promocionais dos seus talentos; que nós publicamos.
O email é boscogouveia@gmail.com.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Nota Legal pode ser a alternativa para os clubes terem público nos jogos do Estadual e caixa para contratar jogadores


Os Dirigentes dos clubes profissionais em Rondônia reclamam, com razão, da falta de apoio ao futebol rondoniense por parte dos dos governos – municipal (a maioria) e estadual .
Mas são negligentes e desarticulados. Deixam tudo por conta do Presidente da Federação de Futebol ( que tem feito a sua parte, qual seja; promover os campeonatos e gerenciar a competição).
O novo governador do Estado acaba de lançar um programa de incentivo fiscal que não é nenhuma novidade em outros Estados brasileiros; ao contrário, é um bom exemplo a ser seguido: o Nota Legal ( em Pernambuco, por exemplo é todos com a Nota).
Aí está uma saída para o governo estadual contribuir com os participantes do campeonato da primeira divisão sem ter de sacar um centavo das contas do Estado, por conta das vedações impostas pela legislação.
Considerando que o Campeonato Estadual terá uma média de 62 jogos (56 na primeira fase/ jogos de ida e volta; 4 na fase semifinal e 2 na fase final), considerando um ingresso no valor de R$ 10,00 por jogo; considerando que o governo comprasse 1.000 ingresso por jogo; a ajuda aos oito participantes seria de 620 mil reais.
A ajuda financeira aos clubes seria equivalente a R$ 70 mil para cada um dos oito participantes na primeira fase (R$ 560.000,00 dividido por 8). Os semifinalistas receberiam mais R$ 10 mil cada um e os dois finalistas mais R$ 10 mil cada um.
Com isso, o campeão e o vice teriam uma receita oriunda do Nota Legal de R$ 90 mil e os demais, R$ 70 mil.
Para ter esse dinheiro, o que ajudaria muito nas despesas com a contratação de jogadores e manutenção do plantel; da folha de pagamento; etc, os clubes teriam que fazer a sua parte: mobilizar sua torcida, sua cidade, ou seja, quem gosta de futebol a exigir a nota ou o cupom fiscal.
Ganha a receita estadual, ganhariam os clubes e o futebol que poderia ter, no mínimo, por jogo nos estádios públicos equivalentes a mil pessoas.
Está dada a sugestão. Ainda dá tempo de chegar junto ao governador Confúcio e conseguir essa parceria. É legal como a Nota.

domingo, 20 de novembro de 2011

Aumenta desafio para Porto Velho ter um Campeão Estadual de Futebol em 2012

Aumenta o desafio para os dois representantes de Porto Velho na disputa do Campeonato Estadual de Futebol na temporada 2012, Genus e Moto , conquistarem o título de Campeão.

O retorno do Ji-Paraná e do União Cacoalense , à disputa da competição, vai exigir que os dois representantes portovelhense entrem na disputa com um time bem montado, ou seja, uma equipe vencedora.

O rebaixamento preocupa menos, pois apenas o último colocado não volta para o grupo de elite no ano seguinte. Mas ficar no G-4 e chegar à final do campeonato, o que garante, no mínimo credenciar-se para disputar uma competição Nacional, como a Copa do Brasil (vaga reservada ao Campeão da competição e à Campeonato Brasileiro da Série D) deve ser a meta de todos os participantes.

Tempo para montar as equipes, os dirigentes têm. Pois, até o início do Estadual serão mais de noventa dias para contratação de jogadores e a preparação do time (pré-temporada).

Na reunião do Conselho Arbitral realizada no início deste mês de novembro (11/11) chamou-nos atenção a indefinição dos dirigentes quanto à fórmula de disputa do campeonato.

Evaldo, do Genus, apresentou uma proposta de disputa que não conseguiu consenso dos demais dirigentes. A fórmula sugerida pelo diretor técnico da Federação, João Dalmo, também não agradou a todos e prevaleceu o “deixa como está”, ou seja, mantenha-se a fórmula de 2011 e tudo bem.

Confira mais na matéria de J. Lima:
Arbitral definiu o Campeonato Rondoniense 2012

É bom ver a Márcia Bezerra novamente escalada pela CBF

É muito bom ter a Márcia Bezerra novamente escalada pela CBF para jogos Nacionais.
Embora seja na última divisão e seja importante, (ela que estava em alta até tropeçar e vacilar) ao menos tem a chance de sair da "geladeira".
Estamos torcendo por você, Márcia, para que volte ao topo na arbitragem nacional.
Você tem talento para atuar em qualquer lugar do planeta.
Esperamos que, após os vacilos na carreira, voce esteja mais experiente.
Queremos vê-la atuando nos jogos internacionais: Copa das Confederações; Sul-Americana, Copa do Mundo.
Em frente, senhora, Rondônia orgulha-se do seu trabalho.

domingo, 17 de abril de 2011

Campeonato de 2011 é favorável aos clubes da Capital

Pode parecer que não, mas o Campeonato Estadual de Futebol Profissional de 2011 é favorável aos clubes da Capital. E o que favorece aos representantes de Porto Velho é o não rebaixamento. A pressão é menor. Os times podem jogar mais à vontade e focar apenas no título e não apenas na posição da tabela.

Outro fator que contribui para que os times da Capital foquem no título do campeonato é o fato de que apenas seis equipes disputam o título. Mesmo segurando a lanterna, o Genus tem chances de disputar uma final com o Moto (que está na ponta da tabela).

Espigão, Vilhena (VEC) e Rolim de Moura estão embolados nesta primeira fase do campeonato. Apenas Ariquemes e Moto estão na frente (mas ambos têm uma derrota). Os resultados da quarta rodada é que vão dar norte para a competição.

Na quarta rodada, o Rolim joga em casa em busca da sua primeira vitória no campeonato (e tem pela frente o Ariquemes), enquanto o Genus quer arrancar ao menos um empate em Vilhena e o Moto (que pega o Espigão em casa) joga com a apoio de sua torcida e pode isolar-se na liderança da competição (em caso de vitória).

É cedo, ainda, para se falar em uma final, mas ao menos o Moto Club alimenta a esperança de que a Capital terá um representante na final.

Sorte do lanterna é que não haverá rebaixamento nesta temporada

Para o Genus não deve estar sendo fácil segurar a lanterna do campeonato. Depois de três rodadas, nenhuma vitória, nenhum ponto positivo. A última colocação na tabela. O que deve estar deixando a torcida mais desolada é o fato de o time jogar bem, sempre o primeiro tempo das partidas, mas não conseguir segurar o adversário e sair de campo com derrota.

Ainda bem que nesta temporada 2011 não haverá rebaixamento. Sorte do lanterna, não importa qual será o clube. No momento quem segura o indesejável “troféu” é o Genus, mas isso pode ser apenas temporário.

Em outras temporadas, o poder de reação do Genus sempre o ajudou. E, porque seria diferente nesta temporada 2011. O tercedor do genocida sabe e conhece essa capacidade. E ainda há tempo para uma virada na tabela. Na derrota para o Espigão (3x0) pesou o fato da pressão psicológica sobre os jogadores. A torcida foi a campo na expectativa de ver o time vencer.

No Portal da Amazônia, o Genus terá um jogo dificil. Mas, se conseguir ao menos empatar tem a chance de conquistar três pontos no confronto seguinte (contra o Rolim de Moura), cujo adversário já perdeu jogando em Porto Velho neste campeonato (foi derrotado pelo Moto, 2x0) e empatou o jogo seguinte (2 a 2 com o VEC).

Derrota motense certamente abalou o time, mas não pode tirar o foco do campeonato

A goleada sofrida pelo Moto Club (6 a 1) no confronto contra o Ariquemes certamente abalou o time (formado de jovens atletas). Mas não deve tirar o foco do elenco. O excesso de confiança, provavelmente, deve ter influenciado no resultado da partida deste domingo (17/4). Seguramente a experiencia de muitos jogadores que enfrentavam no estádio Gentil Valério ajudou a desequilibrar os jovens montenses.

Uma derrota, após duas vitórias consecutivas, não deve influenciar o psicológico dos jogadores. É o que se espera. Certamente que o treinador deve dizer isso aos seus comandados. Pelo menos é o que se espera diga.

Jogar fora de casa, longe da sua torcida também influencia em resultados. Com o Moto Clube não foi diferente na rodada deste domingo. Quando o Rolim de Moura enfrentou os motenses e perderam, jogando no Aluizão, jogadores e torcida, merecidamente, comemoram o sucesso. Em Rolim de Moura, no entanto, o torcedor rolimorense, bem como os jogadores do time do interior sentiram o resultado negativo.

Bem, agora é avaliar o que deu errado na derrota para o Ariquemes e treinar para consertar as falhas e aumentar a vontade de vencer o próximo compromisso se fosse a decisão do campeonato. Exagero? Não. Time que quer ser campeão tem que encarar cada partida como se fosse a última do campeonato e valendo a taça.

Como é um time de jovens, pode o Moto surpreender nesta competição que não derruba nenhum participante e conquistar o título estadual para a Capital. Não duvide não. É uma possibilidade, sim. Só depende mesmo do elenco determinar-se que conseguirá o feito. E um feito e tanto para a história motense e do estado na era profissional.

domingo, 27 de março de 2011

Treinador que conquistou dois títulos estaduais em Rondônia tem um desafiou em Pernambuco

Quem lembra o Dado Cavalcante, que levou o time da Ulbra /Ji-Paraná a conquistar dois títulos estaduais em Rondônia? O moço (agora com 28 anos de idade, na época com menos de 25) tem um desafio no futebol de Pernambuco: foi contratado para conseguir manter o Central de Caruaru – a Patativa do Agreste – no G4 do Campeonato Pernambucano de 2011, depois que o alvinegro ficou sem o treinador que levou o time caruaruense a liderar por mais de duas rodadas a competição em Pernambuco.
Dado Cavalcante assumiu a direção do time depois que uma comissão técnica que passou apenas 16 dias à frente do plantel perdeu dois jogos seguidos, quando o time estava liderando a competição à frente de Santa Cruz e do Náutico com cinco pontos de vantagem.
Dado quase consegue manter o Central no G4 na rodada desta semana. Perdeu o jogo deste domingo (o primeiro em que pode escalar a equipe) pelo placar de 3 a 2, em um confronto direito com o Sport Recife, em jogo no qual a Patativa do Agreste deixou de converter um pênalti a seu favor.
Apesar da derrota e de não conseguir manter o time no G4, o feito de Dado foi transformador. O Central começou a sair fora do G$ ao ser goleado pelo Porto ( maior rival da Patativa) e que também é de Caruaru e estava no G4 atrás do Central e passou à sua frente por causa dessa goleada. O resultado derrubou a comissão técnica que passou apenas 16 dias no comando do time, depois que um “mercenário” treinador de nome Simões deixou o comando técnico do grupo quando o Central liderava absoluto o campeonato, já no segundo turno, com cinco pontos de vantagem sobre o então segundo colocado e agora lider Santa Cruz.
A disputa pelo G4 em Pernambuco vale uma vaga na Série D (Pernambuco tem direito a duas).

Torcida leonina em Rondônia comemora: Time da Ilha do Retiro empurra Patativa do Agreste para fora do G4

Para os pernambucanos torcedores do Sport Club do Recife, uma semana de alegria. O Leão da Ilha conseguiu entrar o G4. Empurrou o Central de Caruaru para a quinta colocação, com um ponto a mais. E, provavelmente vai permanecer no grupo para disputar as finais do Pernambucano 2011, mesmo que tenha de enfrentar, no próximo confronto, o líder do campeonato, Santa Cruz.
O Central, para os caruaruenses e centralinos da região, ainda tem a chance de voltar ao G4 e empurrar o Sport para fora do grupo. Mas terá de vencer o Náutico, que vem embalado, impondo seu melhor futebol para derrotar os adversários que encontra pela frente. O jogo com a Patativa do Agreste vai ser nos aflitos, terreno do Timbu. Mais difícil ainda para uma vitória dos caruaruenses.
Como no futebol tudo acontece, quem sabe o time agora comandado pelo Dado Cavalcanti, que levou o time da Ulbra a dois títulos de campeão estadual em Rondônia, venha a surpreender como fez com o Santa Cruz do Recife, no primeiro turno do campeonato pernambucano, e alçar vôo para as finais ?
Para dar certo tem de contar com uma derrota do Sport, ou mesmo um empate do time da Ilha do Retiro para mandar o Leão de volta ao quinto lugar.
Na reta final, o campeonato pernambucano está emocionante, inclusive na parte de baixo da tabela onde três equipes, empatadas em pontos positivos, tentam escapar ao rebaixamento para a segunda divisão.

sábado, 26 de março de 2011

Vai começar a temporada 2011 do futebol profissional rondoniense. Organização redonda, equipes quadradas

Cronistas esportivos, árbitros de futebol, dirigentes de clubes, autoridades estaduais, empresários, executivos de empresas de comunicação estadual e convidados presentes. Trata-se da recepção organizada pela Federação de Futebol de Rondônia (FFER) para o lançamento do Campeonato Estadual de Futebol profissional da 1ª Divisão.

Como acontece sempre, o presidente da entidade, Heitor Costa, com o otimismo que lhe é peculiar, saúda a todos e se esforça para elevar a estima dos presentes quanto à competição que vai começar e, nesse particular, tem-se que bater palmas pra o dirigente da Federação de Futebol de Rondônia. Os clubes é que não acompanham o ritmo do senhor Heitor e sua equipe de colaboradores.

Da cerimônia destaque para o profissionalismo da arbitragem, que desfilou para os convidados os uniformes a serem utilizados na competição, patrocinados por uma revendedora local de automóveis.

Dirigentes de clubes foram brindados com as bolas oficiais da competião (uma despesa a menos no minguado orçamento) e conheceram os prêmios e o troféu que serão entregues ao Campeão e ao vice-campeão da temporada.

Nas conversas durnte o coquetel o que se ouvia era cronistas esportivos e mesmo dirigentes da Federação de Futebol lamentarem "a visão pequena" dos dirigentes de clubes que disputam a primeira divisão "que desperdiçaram uma oportunidade de fazer marketing das suas agremiações ou de algum patrocinador".

As boas noticas ouvidas foram as confirmações de ajuda financeira aos participantes do campeonato por parte da Prefeitura de Porto Velho para os dois representantes da Capital - algo em torno de R$ 50 mil para cada um, e de R$ 100 mil em material esportivo para ser dividido entre os seis participantes e o pagamento da arbitragem garantida pelo Governo do Estado.

Um automóvel e uma motocicleta são os prêmios que a Federação de Futebol conseguiu junto aos empresários locais e a transmissão de alguns jogos por uma emissora de tv estadual. Como sempre, as despesas com transporte dos jogadores dentre do estado para disputar as partidas do campeonato também estão garantidas com o patrocínio de empresa de ônibus interestadual que liga Rondônia ao restante do país.

Uma novidade: as partidas de futebol do antigo infantil, hoje batizado de sub-12.

Como se observa, a organização da competição está redonda. Mas, a dos clubes, quadrada.

Até agora pouco se sabe ou quase nada se ouviu falar sobre a formação das equipes, pré-temporada, coisas do tipo.

Nas cidades do interior do Estado, com excessão de Vilhena, que tem o campeão estadual da última temporada e que fez um jogo da Copa do Brasil 2011, os desportistas ouve-se falar alguma coisa porque a formação das equipes é com jogadores da região ou mesmo das redondezas.

Mas, na capital, entra de graça no estádio quem souber a escalação de um dos representantes de Porto Velho para o primeiro compromisso pelo campeonato estadual de 2011.

É, vamos a mais uma temporadam de futebol, com menos equipes, sem ascesso ou descenso para 2012, sem público para ver os jogos embora a cidade tenha sido inundada por dezenas de milhares de pessoas que g0stam de ver futebol (pela TV e a vivo, se for chamado a ver).

sábado, 12 de março de 2011

Rodada de abertura do Acreano é adiada por greve de árbitros

Deu no Globoesporte.com:

Apenas o duelo entre Náuas e Rio Branco está mantido para domingo, em Cruzeiro do Sul, por causa da venda antecipada de ingressos

Rio Branco, AC

Tudo estava programado para mais um estadual ter início. O Campeonato Acreano teria três jogos neste sábado, mas um impasse entre a Federação de Futebol do Acre e os árbitros impediu que os jogos acontecessem. Havia uma reunião marcada entre as partes na noite de sexta-feira na sede da Federação, mas apenas alguns representantes de clubes apareceram, tornando o acordo inviável. Com isso, as partidas estão adiadas e novas datas serão marcadas, segundo informa o jornal "A Gazeta do Acre".

A reivindicação dos árbitros, que receberam R$ 600 por partida no estadual 2010 era aumentar o cachê para R$ 800. A Federação ofereceu R$ 660 e não houve acordo. Representantes da Associação dos Árbitros vão tentar novamente aumentar o valor para R$ 700 ou mais na próxima terça-feira.

O início do campeonato ficou para domingo, às 19h (de Brasília), quando Náuas e Rio Branco se enfrentam na Arena do Juruá, em Cruzeiro do Sul. A partida foi mantida porque vários ingressos já haviam sido vendidos de forma antecipada. Marcos Café vai apitar com o auxílio de assistentes locais.

Árbitros rondonienses são cogitados para apitar jogos do Campeonato Acreano 2011

Sem acordo com os árbitros locais, diretoria da Federação Acreana de Futebol fala em utilizar árbitros rondonienses para apitar os jogos do campeonato estadual 2011, que terá só uma partida neste domingo (13/3), porque é no interior e os ingressos foram vendidos antecipadamente.

A diretoria da federação acreana de futebol cogitou até em utilizar árbitros amadores, o que foi logo descarado. Mas, será que os rondoniense aceitam cachê inferior ao que os árbitros acreanos querem ganhar ?

Além do cachê, há o custo com as passagens e hospedagem dos árbitros rondonienses. Tudo pode acontecer. Por enquanto não há confirmação de que a federação acreana tenha formalizado pedido ou consulta aos rondonienses.

O mais provável acontecer é os clubes e a arbitragem acreana se entenderem e fechar o valor do cachê nos R$ 700,00 que representa um valor intermediário entre a pretenção dos árbitros e a proposta apresentada pela federação.

Enquanto isso, em Rondônia ainda não foi falado quanto vai ser o cachê da arbitragem nos jogos do campeonato estadual que tem rodada de abertura programada para o dia 3 de abril próximo.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

No final, sobrou o quê para o Vilhena !

Menos de dois mil pagantes, mais de 500 torcedores entraram sem pagar. O adversário levou 60% da renda. A arbitragem o restante. Para o Vilhena, no final, sobrou o quê ?
O comentário desolador foi do presidente do VEC após a partida de quarta-feira, no Portal da Amazônia em que o representante rondoniense na Copa do Brasl perdeu por 3 a 0.

Sim, o Vilhena embolsou R$ 100 da CBF. E daí? Foi a despesa que teve o clube para montar o time ? Sobrou o quê?

"Agora nois temo duas foias e meia pra pagar até o primeiro jogo do campeponato, sem ter da onda tirá dinhero pra pagar", dizia aos repórteres ao final do jogo contra o Avaí, na quarta-feira (23), quando seu time foi eliminado da Copa do Brasil.

"Não se enganem não. Essas pracas que ocês veem no estádio e tudo trocado por carne e verdura", exagerava o presidente do VEC nas entrevistas aos repórteres, diate da preocupação com o futuro do clube que, sem o segundo jogo para embolsar algum dinheiro terá que esperar quarenta dias até a primeira partida do campeonato estadual e com ela a expectativa de ver em caixa alguma nota de real.

Foi

Foi

E o Vilena não guentou

Copa do Brasil é assim: o time tem de estar no ponto para pensar em ir mais longe. No Norte, nem o Fast do Amazonas, em o Vilhena Esporte Clube de Rondônia tiveram forças para conseguir, ao menos, disputar o segundo jogo. Foram eliminados no primeiro confronto. Como diz o torcedor do Lobo do Serrado, "O Vilena não guentou" o conjunto do Avaí.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Para quem os trabalhadores das usinas vão torcer no campeonato rondoniense ?

Para quem os trabalhadores que estão em Rondônia construíndo as usinas do Madeira vão torcer nos jogos dos clubes de Porto Velho pelo Campeonato Estadual: Genus ou Moto Clube ?

Se depender de pré-temporada ou da campanha desses clubes na temporada 2010, saber qual o clube escolher ?, no "palitinho".

Sabemos que falta dinheiro para os dirigentes contratarem jogadores, comissão técnica e cumprirem com as obrigações trabalhistas que o Ministério Público do Trabalho vai fiscar,tudo porque o Cruzeiro não honrou seus compromissos na última temporada.

Será que a diretoria do Moto Clube ou do Genus tem procurado os construtores das usinas com uma proposta concreta para trazer trabalhadores para o estádio nos dias de seus jogos ?

Houve-se dizer que o "troco" faturdo pelos operários das usinas é bom. Qualquer um deles pode pagar dez reais para ver os jogos de Moto e Genus. Transporte para trazê-los ao estádio as usinas fornece.

Pessoal, o "cavalinho branco" está passando encilhado.

Falta motivação para o esportista ir ao estádio. Onde o Moto Clube está se preprando para a disputa do Campeonato ? E o Genus ?

Se você fizer uma enquete nas ruas de Porto Velho, ninguém sabe onde os clubes fazem sua preparação, quem são os jogadores que vão disputar o campeonato; nenhum jogo-treino, amistoso, nada. Não há pré-temporada.

São apenas doze jogos para um time conquistar o título estadual em rondonia nesta temporada. Conquistar o título e a boa grana da CBF para o time que vai representar Rondônia na Copa do Brasl só depende mesmo do empenho dos dirigentes, tarefa que éao mesmo tempo simples e dificil. e esperar o ano de 2012 para botar a mão em um bom dinheiro da CBF, que permitiará aos dirigentes sonharem com uma segunda-fase

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

E o Centro Esportivo de Eventos Terceiro Milênio ?

Em maio de 2011 vai completar um ano que empresários rondoniense e uma parte dos profissionais de Imprensa de Porto Velho acreditaram em uma mirabolante ideia de alguns espertalhões que aportaram por estas bandas para vender ilusões.

Apresentados como executivos de um grupo chamado Infinity, essa turma prometeu a construção, em três anos, do Centro Esportivo de Eventos Terceiro Milênio, o mais moderno estádio de futebol do mundo.

Vamos lembrar os números ilusórios apresentados pela pessoa que se apresentou como o executivo que iria construir aquilo é o desejo e o sonho de ver de todos os esportivas rondonienses: um estádio de futebol com a capacidade de público que a capital mais promissora (será) do Brasil deveria ter, faz tempo.

Obras de autoria do tal empresário: 1200 obras em vários países; volume de dinheiro movimentado pelo empreendimento até 2014 superiaria os R$ 2.7 bilhões; só de impostos, mais de R$ 463 milhões; e os R$ 10 bilhões que a Copa de 2014 traria para Rondônia ?

Atreveu-se a dizer que o então presidente Lula havia dado ordens para que fosse liberado dinheiro para ele tocar a obra “solicitando” ao Banco Nacional de Desenvolvimento “facilidade e agilidade na liberação de financiamentos” ( riririri)

Para quem já esqueceu, ou só ouviu falar, trago a matéria otimista que o “O Combatente” publicou em 13/05/2011


Executivos do Grupo Infinity que acaba de lançar o projeto do Estádio e Centro de Eventos Terceiro Milênio em Porto Velho apresentaram na noite desta terça – feira, 11 , a um de empresários de Porto Velho, a viabilidade econômica do empreendimento, que está sendo concebido com perspectiva de sediar jogos da Copa das Confederações em 2013 e da Copa do Mundo em 2014.

Durante o evento, que aconteceu no auditório do Senac na capital, o economista Sílvio Perssivo fez uma explanação sobre os indicadores positivos para o Estado de Rondônia com a construção do complexo de esporte, cultura e lazer.

“O resultado econômico esperado, ou seja, o volume de dinheiro movimentado pelo empreendimento, até o final da Copa de 2014, deverá oscilar entre R$ 2,060 e 2.728 bilhões. Portanto, os novos tributos gerados já descontados as isenções, oscilarão entre R$ 220, 42 e 463, 76 milhões,”adiantou .

Ele estimou que a Copa pode trazer para Rondônia investimentos globais da ordem de R$ 7 a R$ 10 bilhões. “Além disso, o Estado ganha visibilidade e seus atrativos turísticos e culturais passam a ser alvo de interesse do mundo inteiro”, analisou Sílvio que é professor universitário, autor de livros e conhece profundamente a vocação rondoniense.

Responsável por 1200 obras em vários países, o arquiteto Augusto ( Mario ) Boccara, que assina o projeto arquitetônico do Terceiro Milênio, além de discorrer sobre o avanço tecnológico e o funcionamento sustentável do estádio considerado um dos mais modernos do mundo, elencou as possibilidades da capital rondoniense ser contemplada com altos investimentos.

Conforme o observou, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva validou as condições dos financiamentos oferecidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDS). “O presidente solicitou facilidade e agilidade na liberação de financiamentos” , destacou Boccara, que no decorrer da sua explanação apresentou o panorama de cada estádio pré - escolhido pela Fifa para sediar os jogos do mundial em 2014.

“Alguns dos estádios pré – escolhidos para sediar os jogos não cumpriram com o prazo de infra estrutura , inclusive já se fala em reduzir de doze para oito o número de cidades sedes no Brasil”, declarou o arquiteto que também é economista.

Os números otimistas diante do novo projeto animaram os representantes do setor produtivo do Estado, inclusive do secretário estadal de Finanças José Genaro, que participou do evento devido ao protocolo de intenções assinado pelo governador João Cahulla e o arquiteto Agusto Boccara.

" É um empreendimento que não tem apenas como finalidade a Copa do Mundo, e acredito que seja possível. A Amazônia é um fascinio no exterior, todo mundo quer conhecer a Amazônia então nós temos que buscar essa vocação que éjavascript:void(0) o turismo", declarou Genaro com entusiasmo diante da ideia.

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Vai Começar

Neste ano de 2011, algumas novidades tornam-se significativas para a história do futebol rondoniense. Coemça por ser o início de uma nova década. Não não haverá rebaixamento de clubes. Nem poderia. São seis agremiações em campo apenas. Nem clube para acesso tem. Então, como pensar em descenso ?

VEC, como representante rondoniense na Copa do Brasil, tem o favoritismo no campeonato. Em tese, porque se o leão do serrado não passar para a segunda fase, dificilmente manterá o time com o qual vai enfrentar seu adversário na rodada de abertura da competição nacional.

Diante da realidade comentada, a igualdade entre as seis equipes que anunciam disputar o campeonato tende equilibrar a competição. Claro que o nivelamento será mais rente ao gramado. Mas nem por isso será tão ruim que não valha a pena ir ao estádio. ^Para quem gosta de futebol o que vale é uma bola em campo e vinte e dois camaradas dominando a redonda e balançando as redes com ela. Jogo só não presta quando termina zero a zero.

Em Pernambuco, na atual temporada 2011, é o Central de Caruaru está liderando o campeonato, após a primeira volta. Deixando para trás Santa Cruz, Náutico e Sport. Na penúltima rodada, depois de derrotar o Santa Cruz por três a zero em pleno mundão do arruda, os comentários da crônica esportiva foi quase unânime e atribuir a performance centralina a um fato: de que o time é formado por jogadores que não aqueles rodado, mas nos clubes do estado ou vinzinhos.

Claro que na região Norte a realidade é diferente: o cenário do futebol profissional fica muito distante de um estado a outro. Daí não dá para os jogadores do Amazonas pegar um ônibus para vir jogar em Porto Velho, Vilhena ou Ariquemes. Nem de Rio Branco ir para Roraima, Manaus ou Belém. A tendência é o que chamamos de jogador doméstico, das "linhas", que correspondem às "varzeas" ou "subúrbios, de outros centros.

Mas, e você, qual sua opinião sobre o que temos abordando ?
Poste sua opinião. Vamos interagir, bater um papo sobre o tema.
Qual a sua expectativa sobre o Campeonato Rondoniense de 2011 ?
Dependendo do que você disser, nos propomos a esticar a conversa sobre o assunto.
Aguardamos seu comentário.

Contribuição dos profissionais de Imprensa


Alguns críticos do futebol rondoniense repetem, com frequência um discurso desgastado, com consistência gelatinosa, e pedem "mudança" na gestão das competições promovidas pela Federação de Futebol de Rondônia.

Mas, o que tais "críticos" não percebem é a sutileza com queos dirigentes da entidade, ano seguido a outro conseguem manter sob controle seus filiados. Pode tirar o chapéu para os comandantes da FFER. Aquilo que compete a eles fazer, fazem.

Como já dissemos em artigo anterior, o campeonato de futebol profissional de Rondônia, nesta temporada 2011, vai começar sem aquele brilho que se vê em outros estados. Os clubes não têm recursos financeiros para montar equipes que pareçam fortes, compostas com jogadores com alguma referência conhecida, nem contam com patrocínios possibilitem alguma ousadia.

Diante das dificuldades, a prata da casa é que terá de brilhar.

É aí que entra a direção da FFER fazendo a sua parte, e poucos percebem o que de fato acontence. Nem só com dinheiro se faz futebol. Criatividade conta muito. E nesse quesito, Heitor Costa e sua equipe dão olé.

Iniciativas como a de convidar a crônica esportiva para uma "boca livre" com o apelo de debater "assuntos sobre o futebol rondoniense com a contribuição dos profissionais da imprensa esportiva do Estado" é uma forma de "fazer a sua parte" para que a competição tenha sucesso.

Porto Velho tem duas agremiações que devem disputar a competição, mas nenhum de seus dirigentes, até então, teve a iniciativa de convidar a crônica esportiva para tomar "um copo dagua" sequer e aproveitar a ocasião para falar sobre como devem montar suas equipes para disputar a competição.

Alguém pode até dizer: mas vai falar para a imprensa que não tem dinheiro para contratar jogadores ?, que vai mandar a campo a prata da casa?, que não conseguem patrocínio ? Que graça tem isso ? Onde está a novidade ?

Pode até ser que nada disso seja novidade. Mas, é em ocasiões assim que podem surgir idéias, sugestões que funcionem como luz no fim do túnel e o resultado seja positivo. Uma competião para ter sucesso precisa do envolvimento de todos: dirigentes, crônica e público.

Quando há engajamento, qualquer dificuldade fica mais fácil de ser superada.

É você, o que tem dizer?

Interaja. Manifeste-se. Seja contra ou a favor. Sua manifestação será uma contribuição para a campetição da temporada. Pode apostar nisso. ]