Está longe o dia em que o rondoniense vai ter motivação para ir
aos estádios de futebol e os clubes locais terem times para
conquistar títulos, ranking e prestígio no cenário futebolístico
nacional. Mais distante ainda está o dia em que teremos um
participante nas competições nacionais promovidas pela CBF, exceto na Copa do Brasil que tem as despesas custeadas pela Confederação e a cota de uma única partida dá para montar o time para disputar até o campeonato estadual.
Outro dia dirigentes de um clube da capital, Porto Velho, declarou que a participação na quarta divisão do campeonato brasileiro/série D não interessava, mas a Copra do Brasil. Ou seja, ser campeão estadual é o que importa, para poder botar a mão na grana que a CBF libera.
Assim, tanto faz garantir a vaga da Série D para quem termina em primeiro nos jogos de ida da primeira fase do campeonato ou ao vice-campeão da competição, que seria o melhor critério, pois premiaria a segunda melhor equipe da competição.
Cabe crítica aos dirigentes dos clubes da divisão especial do futebol rondoniense concordarem com os critérios propostos pela Federação de Futebol de premiar com o direito a disputar a quarta divisão do futebol nacional o clube que fizer mais pontos na primeira volta do estadual.
Como não faz a menor diferença premiar o primeiro, o segundo ou o último colocado no campeonato estadual, até porque qualquer os clubes não têm mesmo condições nem caixa para participarem da competição, aí estã a razão dos dirigentes aceitarem tudo que a FFER oferecer.