sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Esporte em Rondônia - Há pouca criatividade e audácia. É preciso coragem e determinação, um plano estratégico mínimo

Um cronista esportivo, qualquer que seja o profissional de imprensa ou o cidadão comum manifestar a opinião de que "há pouca criatividade e audácia" por parte de um órgão de gestão pública estadual para tratar das questões relacionadas, no caso ao esporte rondoniese, é compreensível e elogiável. Agora, manifestada por um governador, ou seja, pela pesssoa que legitimada pela vontade popular para comandar a estrutura do Estado; com a função e a obrigação de oferecer aos rondonienses condições de se viver bem, aí incluído o lazer e a diversão, ah! isso é inaceitável; inadmissível.

Alguém precisa acordar o nosso governador do sono profundo que dorme; desencatá-lo; estalar os dedos perante ele para que desperte do transe hipnótico em que se encontra após um ano de posse no cargo de governador do Estado de Rondônia.
Devemos considerar uma afronta à inteligência dos rondonienses essas declarações feitas pelo senhor governador Confúcio Moura referindo-se à Secretaria de Esportes, Cultura e Lazer do seu governo.

Criticar o titular da pasta e sua equipe de trabalho é muito cômodo. Será que a autoridade que critica seu próprio governo, até agora, deu condições para que o titular da pasta criticada seja criativo ? Terá o secretário de Esportes respaldo do governante para ser audacioso? Qual a política pública ou o programa de trabalho que o governador trouxe para implantar nos quatro anos (agora restando apenas três) à frente do Governo do Estado?

Como se pode constatar, está distante e muito distante ainda o tempo em que o Esporte em Rondônia se pareça, ao menos com o do nosso vizinho Estado do Acre.
Sem apoio governametal; sem envolvimento da classe empresarial; sem uma política pública ao menos que proporcione oportunidades aos nossos talentos em todos os níveis: do atleta aos dirigentes esportivos, vai terminar ano e começar outro do mesmo jeito, ou seja, sem perspectiva alguma.

Em 2012 a novidade é o a declaração pública (lamentável) de incompetência do Governo para gerir, dentre outras pastas, as do esporte.

E, olhem, que o Estado Rondônia e, em particular, sua Capital, Porto Velho, é a terra das super cifras: os recursos que aportam por aqui são sempre em milhões e bilhões (usinas, viadutos, pontes, campanhas eleitorais...) a execção é o nos esportes: para estes não se fala em aportes, mas em "timidez enorme, em pouca criatividade, na falta de audácia".

A timidez reconhecida pelo Governo em relação ao esporte rondoniense


Do discurso bonito, político e cativador do governador rondoniense, Confúcio Moura (divulgado em sue blog) sobre o valor e importância do esporte , citando exemplos de Cuba e de políticas públicas de outras unidades federativas do Brasil, recorto a seguinte parte:

"Aqui, em Rondônia, vejo que se pode fazer muito mais. Há uma timidez enorme por parte do próprio governo através da sua Secretaria. Há pouca criatividade e audácia. É preciso coragem e determinação, um plano estratégico mínimo, um singelo debate estadual nas principais cidades e se ousar a transformar as iniciativas voluntárias, em cadeia, numa política ousada, envolvente, motivadora para que o esporte, pelo menos o amador. A iniciativa esportiva nas escolas seja algo revolucionário e exemplar".

É engraçado. O que ele (Confúcio), governador, fez até o momento para acabar com a "timidez" do seu governo, através da Secretaria de Esportes, Cultura e Lazer ? Fala como se não fosse governador. Quando assumiu o cargo deveria ter trazido consigo um programa para o esporte no Estado e não, depois de um ano de mandato, ter a petulância de acusar as pessoas junto com as quais assumiu o dever de governar o estado de serem incompetentes. Sim, porque dizer que há timidez de seus colaboradores é o mesmo que afirmar não terem competência promover mudanças, para gerenciar a pasta a qual lhes foram entregues.

Pelo visto, para o Esporte rondoniense, teremos mais um Governo de faz de conta.

Pois, sem efetivo incentivo e apoio governamental, a tendência do esporte no Estado de Rondônia é continuar padecendo do mal da inanição.

Esporte em Rondônia - Há pouca criatividade e audácia. É preciso coragem e determinação, um plano estratégico

Um cronista esportivo, qualquer que seja o profissional de imprensa ou o cidadão comum manifestar a opinião de que "há pouca criatividade e audácia" por parte de um órgão de gestão pública estadual para tratar das questões relacionadas, no caso ao esporte rondoniese, é compreensível e elogiável. Agora, manifestada por um governador, ou seja, pela pesssoa que legitimada pela vontade popular para comandar a estrutura do Estado; com a função e a obrigação de oferecer aos rondonienses condições de se viver bem, aí incluído o lazer e a diversão, ah! isso é inaceitável; inadimissível.

Alguém precisa acordar o nosso governador do sono profundo que dorme; desencatá-lo; estalar os dedos perante ele para que desperte do transe hipnótico em que se encontra após um ano de posse no cargo de governador do Estado de Rondônia.

Devemos considerar uma afronta à inteligência dos rondonienses essas declarações feitas pelo senhor governador Confúcio Moura referindo-se à Secretaria de Esportes, Cultura e Lazer do seu governo.

Criticar o titular da pasta e sua equipe de trabalho é muito cômodo. Será que a autoridade que critica seu próprio governo, até agora, deu condições para que o titular da pasta criticada seja criativo ? Terá o secretário de Esportes respaldo do governante para ser audacioso? Qual a política pública ou o programa de trabalho que o governador trouxe para implantar nos quatro anos (agora restando apenas três) à frente do Governo do Estado?

Como se pode constatar, está distante e muito distante ainda o tempo em que o Esporte em Rondônia se pareça, ao menos com o do nosso vizinho Estado do Acre.
Sem apoio governametal; sem envolvimento da classe empresarial; sem uma política pública ao menos que proporcione oportunidades aos nossos talentos em todos os níveis: do atleta aos dirigentes esportivos, vai terminar ano e começar outro do mesmo jeito, ou seja, sem perspectiva alguma.

Em 2012 a novidade é o a declaração pública (lamentável) de incompetência do Governo para gerir, dentre outras pastas, as do esporte.

E, olhem, que o Estado Rondônia e, em particular, sua Capital, Porto Velho, é a terra das super cifras: os recursos que aportam por aqui são sempre em milhões e bilhões (usinas, viadutos, pontes, campanhas eleitorais...) a execção é o nos esportes: para estes não se fala em aportes, mas em "timidez enorme, em pouca criatividade, na falta de audácia".