quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Para dirigente o “jovem futebol profissional rondoniense tem tido avanço”


Pelo visto tem sido para o fundo do poço, pois nem competições nacionais consegue disputar, a não ser dois jogos pagos pela CBF

O ano de 2011, como acontece ano após outro, termina sempre bem para a Federação de Futebol de Rondônia. E não poderia ser diferente. O presidente Heitor Costa cumpre o calendário que estabelece; “socorre” os clubes; promove as bocas livres para os dirigentes das agremiações filiadas; e desse jeito vai comandando a entidade sem maiores dificuldades.

Em declarações para o site oficial da Federação de Futebol, o dirigente da FFER confirma que o ano esportivo de 2011 “foi tranquiiiilo”; que houve “grandes” disputas por títulos e que “isso é um avanço para o nosso futebol profissional, que apesar de ainda ser jovem, tem tudo para crescer ainda mais”.

A pergunta que se faz é: o que tem sido feito para esse futebol crescer? Acaba temporada e começa outra com os clubes cambaleando nas competições; é o maior sufoco. O futebol rondoniense tem ficado de fora das competições nacionais. Enquanto o Acre mantém-se na terceira Divisão, Rondônia, o máximo que consegue é disputar a primeira fase do mata-mata da Copa do Brasil e isso porque a CBF paga para o representante estadual jogar.

Desde que a profissionalização aconteceu, os últimos anos têm sido os piores para o futebol rondoniense. Os participantes dos campeonatos cambaleiam na competição e a única novidade tem sido os incentivos de empresários aspirantes a cargos públicos (nada contra, que fique bem claro) que oferecem prêmios de quermesse a quem conseguir por a mão na taça.

Sinceramente, é muito pouco para o futebol de um estado onde tudo é mega; onde ninguém mais anda de bicicleta ou de transporte coletivo, onde só se fala em milhões e bilhões.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Falta foco ao futebol rondoniense, a exemplo do carnaval de rua local

Em comentário ( que de início agradeço) postado pelo amigo Luis Carlos Pereira (blog Umas & Outras) sobre a reflexão que fizemos sobre oportunidade que surge com programa Nota Legal, lançado pelo governo do Estado, de ser uma alternativa para os clubes terem público nos jogos do Estadual e caixa para contratar jogadores, chamou-se a atenção duas questões:
Luis Carlos observou que o campeonato terá jogos a cada dois dias e estranha a tabela.
Considerando que ao contrário do resto do país, a competição oficial da primeira divisão em Rondônia começa quando nos demais Estados está chegando ao fim, a duração da competição, meu caro Luis Carlos, é quase a mesma.
No resto do Brasil os estaduais começam na segunda quinzena de janeiro. Aqui, na segunda quinzena de março (dia 18), sem pré-temporada, sem nada.
Embora tenha uma vaga assegurada na Série D, não há segurança de que o Estado tenha um representante na Competição Nacional.
Noutros Estados há disputa pela vaga ou vagas (como em Pernambuco, por exemplo, onde nove agremiações disputam o campeonato estadual focados numa vaga para a Série D.
A outra questão é a falta de articulação ( ou seria organização) dos dirigentes (que deixam tudo por conta da FFER).
Falta foco ao futebol rondoniense, que segue os passos do carnaval de rua local: já foi bom e hoje apenas cumpre tabela.
Falta um projeto ambicioso, como o do Rio Branco acreano: com foco e um objetivo a alcançar.
Quem sabe, uma hora dessas, aparece alguém que reescreva a história do futebol rondoniense?

Federação Carioca ignora indicação do Santos Porto Velho, mas mantém Rondônia na Copa Rio Sub-17 2012


O Santos Porto Velho foi ignorado pela organização da Copa Rio Sub-17, embora a Federação de Futebol de Rondônia tenha formalizado a sua indicação como representante do Estado.
Para a organização da competição – a federação de futebol do Rio de Janeiro – o Clube Atlético Rondoniense (que segundo o jornalista Luis Carlos Pereira /do blog Umas & Outras) “nem existe mais” ou mudou de nome: agora é Rondoniense Social Clube.
Pelo visto, a não inclusão do Santos Porto Velho pode ser resolvida com os desfazimento do equívoco ( se é que houve); ou simplesmente com uma informação aos organizadores da competição.
O que nos chama a atenção, neste caso, é a falta de articulação ou o desprestígio da franquia (se for franquia) do Peixe paulista.
Por falar no Santos Porto Velho, este blog está à disposição dos dirigentes desse clube.
Para mandar suas notícias, que teremos satisfação de divulgar: podem mandar vídeos também – de gols; promocionais dos seus talentos; que nós publicamos.
O email é boscogouveia@gmail.com.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Nota Legal pode ser a alternativa para os clubes terem público nos jogos do Estadual e caixa para contratar jogadores


Os Dirigentes dos clubes profissionais em Rondônia reclamam, com razão, da falta de apoio ao futebol rondoniense por parte dos dos governos – municipal (a maioria) e estadual .
Mas são negligentes e desarticulados. Deixam tudo por conta do Presidente da Federação de Futebol ( que tem feito a sua parte, qual seja; promover os campeonatos e gerenciar a competição).
O novo governador do Estado acaba de lançar um programa de incentivo fiscal que não é nenhuma novidade em outros Estados brasileiros; ao contrário, é um bom exemplo a ser seguido: o Nota Legal ( em Pernambuco, por exemplo é todos com a Nota).
Aí está uma saída para o governo estadual contribuir com os participantes do campeonato da primeira divisão sem ter de sacar um centavo das contas do Estado, por conta das vedações impostas pela legislação.
Considerando que o Campeonato Estadual terá uma média de 62 jogos (56 na primeira fase/ jogos de ida e volta; 4 na fase semifinal e 2 na fase final), considerando um ingresso no valor de R$ 10,00 por jogo; considerando que o governo comprasse 1.000 ingresso por jogo; a ajuda aos oito participantes seria de 620 mil reais.
A ajuda financeira aos clubes seria equivalente a R$ 70 mil para cada um dos oito participantes na primeira fase (R$ 560.000,00 dividido por 8). Os semifinalistas receberiam mais R$ 10 mil cada um e os dois finalistas mais R$ 10 mil cada um.
Com isso, o campeão e o vice teriam uma receita oriunda do Nota Legal de R$ 90 mil e os demais, R$ 70 mil.
Para ter esse dinheiro, o que ajudaria muito nas despesas com a contratação de jogadores e manutenção do plantel; da folha de pagamento; etc, os clubes teriam que fazer a sua parte: mobilizar sua torcida, sua cidade, ou seja, quem gosta de futebol a exigir a nota ou o cupom fiscal.
Ganha a receita estadual, ganhariam os clubes e o futebol que poderia ter, no mínimo, por jogo nos estádios públicos equivalentes a mil pessoas.
Está dada a sugestão. Ainda dá tempo de chegar junto ao governador Confúcio e conseguir essa parceria. É legal como a Nota.