sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Pré-temporada: Real Ariquemes acerta amistoso com Alfa Grêmio para testar jogadores


Jogadores da base e amadores da região serão observados nos jogos amistosos  (foto: site do Real Ariquemes) 
Diretoria do Real Ariquemes acerta jogo amistoso contra o Alfa Grêmio, do município Alto Paraíso, para que a comissão técnica possa observar jogadores para compor o time que disputará o Campeonato Rondoniense da temporada 2016.

O jogo está programado para o próximo dia 23 de janeiro, às 16 horas (horário de Rondônia), no campo do Renascer, em Ariquemes. A partida será o primeiro teste do Furacão do Jamari, como o time é chamado por sua torcida.

O Real Ariquemes vai entrar em campo com uma equipe formada pelos jogadores da base, que disputaram o campeonato rondoniense Sub-20 em 2015. No jogo, serão observados também pela comissão técnica formada por Jussiê da Silva, Valdenor Bunhu e Radson Paka, atletas da região.

Ronis Silva, presidente do Ariquemes, informa que, além do amistoso programado para o próximo dia 23, outro está sendo acertado para o dia 6 de fevereiro contra uma seleção de Itapuã do Oeste.
Sobre o aproveitamento dos jogadores que serão observados nos amistosos, “a ideia que entre oito a dez possam integrar o time principal”, afirma Ronis.

Segundo o dirigente do Real Ariquemes, o clube está avaliando um grupo de trinta e três jogadores, entre atletas da base sub-20 e outros amadores da região.


Fonte: www.futeboldonorte.com  

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Obras de reforma e melhorias no estádio Aluísio Ferreira em ritmo acelerado

Lage de cobertura das cabines de imprensa recebe impermeabilização e arquibancadas já estão sem tapumes e recebem cuidados
(Foto: BGouveia)

Na manhã desta quinta-feira,14, as obras de melhorias e reformas no estádio Aluízio Ferreira seguia em ritmo acelerado. Uma equipe de operários da Secretaria de Obras do Estado trabalhavam na lage de cobertura das cabines de imprensa e área projetada para camarotes para permeabilizar o local com a finalidade de eliminar o “mofo”, como explica o administrador do serviço, “Mineirinho”. As arquibancadas, livre dos tapumes, também recebia cuidados dos operários e por toda a parte do estádio operários estavam envolvidos no trabalho.

Nas dependências existentes na parte inferior das arquibancadas também há operários trabalhando. “Estamos fazendo tudo para que a reforma seja concluída no prazo, antes dos jogos do campeonato começarem”, disse Mineirinho.

O gramado também recebe cuidados. Esguicho de água se encarrega da irrigação da grama no terreno de domínio dos goleiros. Entre as torres de iluminação cabos com bitolas maiores, apropriadas para a quantidade de lux fornecido pelos refletores. O encarregado das obras explicou que a troca de cabos se fez necessária para eliminar as causas de queima de refletores pela falta de carga responsável pelo desequilíbrio na energia fornecida.
(Foto: BGouveia)
Perguntado se seria possível mudar a localização dos locais onde ficam os técnicos e os jogadores reservas, os chamados bancos de reservas, atualmente localizadas nos fundos do campo, o encarregado concordou que seria oportuno a mudança. Os bancos de reservas poderiam ser construídos recuando-se um metro na direção das arquibancadas, ou seguir o modelo do local que foi construído para o árbitro reserva.
Área para abrigar técnico e jogadores reservas ficam na linha de fundos, dificultando a visão de jogo para a Comissão técnica (foto: BGouveia)
Apenas o delegado do jogo e o árbitro reserva das partidas possuem um abrigo na lateral do gramado (foto:BGouveia)
“Só depende da Secretaria autorizar”, disse Mineirinho. Ele, aliás, afirmou que levaria a sugestão aos seus chefes e “se eles disserem que é para fazer, será feito. Porque dá tempo”. Se não for possível construir em alvenaria? “Pode ser feito como esse dos árbitros, sem prejudicar a pista de atletismo. Mas, o melhor mesmo é fazer de alvenaria, recuando um metro do alambrado. Não atrapalha em nada e vai facilitar a vida dos treinadores, principalmente, porque eles vão ver melhor os seus jogadores em campo”, concordou o encarregado.  

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Glicerão, palco do Copão da Amazônia, completa 66 anos de história esquecido pelas autoridades

Foto:Rafael Moreira/GE-AP
Completa 66 anos nesta sexta-feira, 15 de janeiro, o estádio Glicério de Souza Marques – o “Glicerão”, de Macapá, no Amapá. Ao contrário de um jogo festivo, o estádio está vetado para jogos de futebol oficiais profissionais desde 2014.

O “Gigante da Favela”, como é chamado o Glicerão, foi palco de emocionantes e históricas conquistas de títulos e confrontos do Torneio de Integração “Copão da Amazônia”, competição que veio a se tornar, décadas depois, na Copa Verde, que nesta temporada de 2016 tem o Sport Clube Genus, de Porto Velho, na disputa na condição de campeão rondoniense de futebol.

No Glicério Marques os campeões rondonienses Ferroviário e o Moto Club, conquistaram, respectivamente, os títulos de campeão e bicampeão do Copão da Amazônia. E onde as forças do futebol de Rondônia, Acre, Roraima e Amapá se reunião como em uma Copa do Mundo para, em duas semanas, disputarem a competição mais importante da região Norte entre os anos de 1975 (primeira edição) a 2003 (última edição).

O Copão da Amazônia sofreu uma interrupção de onze anos: de 1991 a 2002 o torneio não foi realizado. Sua reedição ocorreu no ano de 2003, ano em que Rondônia teve como representante o CFA, que conquistou o título. Após esta edição a competição deixou de existir.

Com obras de melhorias – as ditas “reformas” - como as autoridades públicas costumam definir – inacabadas desde 2009 (qualquer semelhança com o estádio Aluízio Ferreira, em Porto Velho, será mera coincidência ou não), o “Glicério Marques resistiu ao descaso e continuou palco de decisões de títulos do futebol amapaense até 2014, último ano em que a bola estufou as redes de suas traves e levou a torcida do Santos/AP ao delírio.

A conquista do título de campeão do Copão da Amazônia, pelo Ferroviário, no ano de 1980, no “Glicerão”, no distante ano de 1980, foi transmitida para Porto Velho e região pelos cronistas esportivos Bosco Gouveia e Elvestre Jonhson, na extinta Rádio Eldorado do Brasil.


Sobre a desativação do Glicerão para jogos oficiais do campeonato amapaense leia em: futebol do norte.com

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

O Genus precisa vir com pegada de campeão, porque o ASA despachou o Vitória no Barradão e só deixou a Copa do Brasil 2015 depois de jogar duas com o Palmeiras

(Foto: Roni_Carvalho)

Embora não seja um grande do futebol brasileiro, o ASA de Arapiraca costuma surpreender. Na temporada de 2015, o time do interior de Alagoas foi uma das sensações da Copa Brasil. No Barradão, e Salvador, eliminou o time do Vitória e só foi desclassificado pelo Palmeiras, na terceira fase da competição, empatado em São Paulo sem gols e perdendo por 1 a 0, jogo que foi realizado em Londrina.

Apenas por este retrospecto já vale a pena ir ao estádio Aluízio Ferreira prestigiar e apoiar o time do Genus, representante rondoniense na Copa do Brasil deste ano de 2016, pois o jogo será, certamente, um páreo duro para o aurigrená de Porto Velho.

Para informação do torcedor porto-velhense, o ASA já iniciou sua pré-temporada com os treinamentos físicos dos seus jogadores, há duas semanas e tem um time base pronto para entrar em campo.

Digo a quem imaginar que o time alagoano vai chegar em Porto Velho e ser dominado pelo Sport Club Genus, que é melhor mudar de opinião logo e se preparar para ver um jogo difícil. E, mais: torcer para que o Genus, treinado pelo professor Claudemir Pontim, campeão estadual de futebol profissional na temporada 2015, venha para o jogo com a mesma pega que teve no jogo final contra o VEC, em Vilhena, porque a partida com o ASA é o primeiro de uma decisão de 180 minutos, com o segundo jogo na casa do adversário.


É bom para o Genus enfrentar um time do interior de Alagoas na primeira fase da Copa do Brasil ?

A temporada 2016, para o futebol rondoniense, começa com muitas novidades. A principal delas, sem dúvidas, foi conhecer o adversário do SC Genus na Copa do Brasil. Nem Vasco, Flamengo, Botafogo ou outro grande clube do futebol brasileiro. Vem de Alagoas o adversário.

E isso é ruim? Se for analisado do ponto de vista econômico, não é muito bom, porque o time alagoano não tem pouca visibilidade nacional. Se fosse um Fortaleza, Ceará, Sport Recife ou até mesmo um Santa Cruz do Recife, seria em melhor, pois são clubes de série A e B . Mas, analisado do ponto de vista de projeção para o clube, isso é bom.

Passar de fase na Copa do Brasil é tudo que os clubes querem. Para o Genus, que tem outra competição nacional para participar, será melhor ainda. Os alagoanos já projetam o futuro do ASA na Copa do Brasil. No simples anunciar do adversário da primeira fase eles já falam no provável adversário da próxima etapa: "está no caminho do ASA a Ponte Preta (SP)".

Como se pode observar, pelo fato de o SC Genus ser pouco conhecido no cenário nacional, alagoanos têm como certa a classificação do time da cidade de Arapiraca. Para o Genus isso é bom, pois, ao nosso ver, aumenta a chance do representante rondoniense surpreender e fazer como CFA, quando também disputou a Copa do Brasil no distante ano de 2003, pela primeira vez, e passou de fase enfrentando o Bahia em dois jogos.