terça-feira, 12 de janeiro de 2016

O Genus precisa vir com pegada de campeão, porque o ASA despachou o Vitória no Barradão e só deixou a Copa do Brasil 2015 depois de jogar duas com o Palmeiras

(Foto: Roni_Carvalho)

Embora não seja um grande do futebol brasileiro, o ASA de Arapiraca costuma surpreender. Na temporada de 2015, o time do interior de Alagoas foi uma das sensações da Copa Brasil. No Barradão, e Salvador, eliminou o time do Vitória e só foi desclassificado pelo Palmeiras, na terceira fase da competição, empatado em São Paulo sem gols e perdendo por 1 a 0, jogo que foi realizado em Londrina.

Apenas por este retrospecto já vale a pena ir ao estádio Aluízio Ferreira prestigiar e apoiar o time do Genus, representante rondoniense na Copa do Brasil deste ano de 2016, pois o jogo será, certamente, um páreo duro para o aurigrená de Porto Velho.

Para informação do torcedor porto-velhense, o ASA já iniciou sua pré-temporada com os treinamentos físicos dos seus jogadores, há duas semanas e tem um time base pronto para entrar em campo.

Digo a quem imaginar que o time alagoano vai chegar em Porto Velho e ser dominado pelo Sport Club Genus, que é melhor mudar de opinião logo e se preparar para ver um jogo difícil. E, mais: torcer para que o Genus, treinado pelo professor Claudemir Pontim, campeão estadual de futebol profissional na temporada 2015, venha para o jogo com a mesma pega que teve no jogo final contra o VEC, em Vilhena, porque a partida com o ASA é o primeiro de uma decisão de 180 minutos, com o segundo jogo na casa do adversário.


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