Vai se aproximando o fim da fase classificatória para a semifinal do Campeonato e o jogo sai do campo para o extracampo.

Nos bastidores do noticiário esportivo rondoniense surgiu uma informação de que tem dirigente de um clube bem próximo de Porto Velho, através de terceiros, estaria fazendo propostas a jogadores de um dos representantes da Capital na competição para trocar de clube e disputar o Brasileiro da Série D.
O que os assediadores não dizem aos jogadores que tentam seduzir é que para eles deixarem o clube com o qual tem contrato é o quanto terão de pagar, em multa, por uma rescisão de contrato. E não é pouco. Esse negócio de assédio de clube por jogador de outro, nesta temporada, começou em na cidade de Vilhena, onde há três concorrentes em busca do mesmo objetivo.
Só sobram três clubes que dos quais ainda não se ouviu falar em assédio a jogador do adversário: Ji-Paraná, Genus e Guajará EC. Mas será apenas a conquista do título que tem movido esses clubes a terem atitude assediadora? Com certeza não é só pelo título que tem havido esses assédios. Tenho convicção de que é o valor da Cota que a CBF vai pagar a quem conquistar a vaga para a Copa do Brasil.
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